
1 - Disciplinar os próprios impulsos.
2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 - Evitar as conversações inúteis.
7 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.
8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas
se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento
de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a
serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.
André Luiz
André Luiz / Chico Xavier
terça-feira, 9 de setembro de 2008
DEZ MANEIRA DE AMAR A NÓS MESMO
Postado por Ana Paula às 09:02 0 comentários
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
ACREDITE EM VOCÊ

Se o mundo lhe virou as costas,
continue caminhando...
Pois encontrarás um novo sentido.
Não podemos mudar o ontem, desconhecemos o
amanhã, mas devemos liderar o hoje.
Quanto mais se procura, mais se encontra,
não tenha medo em chorar pelo que vê,
não tenha medo de lutar por você.
Não desista da virtude,
não desista da busca,
não desista das descobertas,
não desista da força que o(a) cura.
Recicle os sentimentos de angústia e ódio,
transformando-os em algo puro e sóbrio.
Use-o de forma sábia modificando sua vida e esperando que
os demais os sintam.
Não entorpeça sua alma com os acontecimentos,
deixe-a respirar para que possa continuar vivendo,
não dificulte e não se esconda em qualquer lugar,
apenas aguarde, pois a esperança virá lhe resgatar.
Pense em algo que lhe faça bem,
procure a paz que existe dentro de você,
mas jamais se entregue ou desista de viver.
A entrega não seria o correto, pois o fraco(a) não
poderia sobreviver, e este(a) com certeza não seria
você."
"ACREDITE EM VOCÊ!"
Postado por Ana Paula às 11:19 0 comentários
O ELOGIO DA ABELHA

Grande mosca verde-azul, mostrando envaidecida as asas douradas pelo Sol, penetrou uma sala e encontrou uma abelha humilde a carregar pequena provisão de recursos para elaborar o mel.
A mosca arrogante aproximou-se e falou, vaidosa:
- Onde surges, todos fogem. Não te sentes indesejável? Teu aguilhão é terrível.
- Sim – disse a abelha com desapontamento -, creia que sofro muitíssimo quando sou obrigada a interferir. Minha defesa é, quase sempre, também a minha morte.
- Mas não podes viver com mais distinção e delicadeza? – tornou a mosca – por que ferretoar, a torto e a direito?
- Não minha amiga – esclareceu a interlocutora -, não é bem assim. Não sinto prazer em perturbar. Vivo tão-somente para o trabalho que Deus me confiou, que representa benefício geral. E, quando alguém me impede a execução do dever, inquieto-me e sofro, perdendo, por vezes, a própria vida.
-Creio, porém, que se tivesses modos diferentes... se polisses as asas para que brilhassem à claridade solar, se te vestisses em cores iguais às minhas, talvez não precisasses alarmar a ninguém. Pessoa alguma te recearia a intromissão.
- Ah! Não posso despender muito tempo em tal assunto – alegou a abelha criteriosa. – O serviço não me permite a apresentação exterior muito primorosa, em todas as ocasiões. A produção de mel indispensável ao sustento da nossa colméia, e necessária a muita gente, não me ofereces ensejo a excessivos cuidados comigo mesma.
- Repara! – disse-lhe a mosca, desdenhosa – tuas patas estão em lastimável estado...
- Encontro-me em serviço – explicou-se a operária humildemente.
- Não! não! – protestou a outra – isto é monturo e relaxamento.
E limpando caprichosamente as asas, a mosca recuou e aquietou-se, qual se estivesse em observação.
Nesse instante, duas senhoras e uma criança penetraram o recinto e, notando a presença da abelha que buscava sair ao encontro de companheiras distantes, uma das matronas gritou, nervosa:
- Cuidado! cuidado com a abelha! Fere sem piedade!...
A pequeninha trabalhadora alada dirigiu-se para o campo e a mosca soberba a exibir-se, voando despreocupada.
- Que maravilha! – exclamou uma das senhoras.
- Parece uma jóia! – disse a outra.
A mosca preguiçosa planou... planou... e, encaminhando-se para a copa, penetrou o guarda-comida, deitando varejeiras na massa dos pastéis e em pratos diversos que se preparavam para o dia seguinte. Acompanhou a criança, de maneira imperceptível, e pousou-lhe na cabeça, infeccionando certa região que se achava ligeiramente ferida.
Decorridas algumas horas, sobravam preocupações para toda a família. A encantadora mosca verde-azul deixara imundície e enfermidade por onde passara.
Quantas vezes sucede isto mesmo, em plena vida?
Há criaturas simples, operosas e leais, de trato menos agradável, à primeira vista, que, à maneira da abelha, sofrem sarcasmos e desapontamentos por bem cumprir a obrigação que lhes cabe, em favor de todas; e há muita gente de apresentação brilhante, quanto a mosca, e que, depois de seduzir-nos a atenção pela beleza da forma, nos deixa apenas larvas da calúnia, da intriga, da maldade, da revolta e do desespero no pensamento.
Francisco Cândido Xavier, Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.
Postado por Ana Paula às 11:06 0 comentários
DESCE PARA AJUDAR
Fácil é buscar os recursos da subida, embora muitos se desencantem ao primeiro contato com o pedregulho da montanha íngreme... É sempre doce planejar a ascensão e amealhar recursos para a acidentada viagem.
Promessas, abraços, carinhos são prazeres acessíveis a todos...
Entretanto, quão poucos se lembram de “descer para ajudar”! Quão raros os corações que aprendem a apagar temporariamente a colorida lanterna dos próprios sonhos, a fim de estenderem braços amigos aos que se debatem na sombra do vale ou no lodo escuro do pântano!
Todos sabem que há ignorância, dor e miséria, onde as trevas se aninham, mas dificilmente alguém se recorda de acender alguma claridade para os que, ainda, de muito longe, lhe seguem os passos.
– Não posso! – dizem uns.
– É pecado! – clamam outros.
– Não devo – respondem muitos.
No entanto, Jesus desceu e amparou-nos; renunciou à sublimidade dos anjos e conviveu com os homens; obscureceu a própria refulgência divina e abraçou os pecadores e os transviados na senda terrestre.
Caridade! Caridade! Não estarás ao pé das chagas que agonizam, dos trapos que choram, dos gemidos que não têm voz? Não viverás pelos braços dos justos, amenizando os padecimentos dos que se projetaram no desfiladeiro da expiação ou no berço dos que renascem sob o temporal das lágrimas no abandono e na indigência?
É por isso que o Mestre, em nos buscando na Terra, fez-se o servidor de todos...
Se tens, pois, na realidade, um coração corajoso, saberás descer com Ele, ajudando e ensinando, levantando e servindo, à maneira do lírio puro que desabrocha no charco sem contaminar-se, convertendo o inferno das criaturas em paraíso do bem para a glorificação do Supremo Senhor.
pelo Espírito Agar - do livro Cartas do coração. Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Postado por Ana Paula às 11:00 0 comentários
NOSSA VIDA

Que o suceder de nossa vida não seja apenas um aglomerado,um passar de dias ociosos, fúteis, vazios de significado.
Qua a cada hora de nossa vida seja o agradecimento da oportunidade que nos está sendo dada.
Não importa a situação que ocupemos nesta vida na Terra:o grande executivo, o simples operário, a criatura humilde que passa despercebida de todos.
Temos o nosso papel de importância máxima no desenrolar da vida.
Não usemos a palavra como punhal para ferir,retalhar e destruir corações, causando mágoas, ódios e ressentimentos.
Que a nossa palavra seja o bálsamo para aliviar a opressão, a tristeza, a escuridão que tantas vezes oprime os corações.
Que tal oportunidade não se perca ante tantas ilusões, tantas distrações no caminho!
Semeemos enquanto caminhamos;sejamos generosos de amor,de sorrisos, de compreensão.
A conquista do reino espiritual nos dá a paz, a alegria imorredoura, a certeza de que jamais estaremos sós.
Façamos a nossa escolha,portanto, para começo o equilíbrio, o comedimento das emoções e a fé inabalável de que o Cristo é por nós, agora e sempre.
Palavras da Irmã Scheilla...
Postado por Ana Paula às 10:56 0 comentários
TRABALHANDO

Maria Dolores
Se erraste em alguma ofensa
Sem o perdão do ofendido,
Foge às mágoas sem sentido,
Não percas tempo chorando...
Dá novo proveito às horas,
Não discutas, nem descanses,
Para sanar esses lances
Pede perdão, trabalhando...
Se alguém te armou “mau olhar”,
Induzindo-te à tristeza,
Dando-te angústia e incerteza,
Apesar do gesto brando,
Recorda que, neste mundo,
É fácil achar pessoa
De alma rude e fala boa
E prossegue trabalhando...
Se alguém que amas te deixa,
Sem pensar no compromisso
De fé, amor e serviço
Vendo-te a dor aumentando
Não reclames, nem reproves;
Acende-lhe a luz da prece,
Serve mais! ...Desculpa e esquece,
Mas esquece , trabalhando...
Sobre a Terra, tudo passa,
Não só o fel que te enlaça,
Outros sorvem fel na taça
Da prova em que estão lutando...
Jesus nos guarda e nos guia...
Alma irmã, alma sincera,
Jesus também nos espera,
Mas espera trabalhando!...
Postado por Ana Paula às 10:54 0 comentários
Viva como as Flores

-Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes. Sinto mau sentimento das que são mentirosas. Sofro com
as que caluniam.
-Pois viva como as flores!, advertiu o mestre.
-Como é viver como as flores? Perguntou o discípulo.
-Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios
que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto são puras e
perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e
saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de
suas pétalas.
É compreensivel angustiar-se com as próprias culpas, mas não é
sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles
são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de estirpar todo mal que vem de fora.
-Isso é viver como as flores!
Com um abraço do amigo Nelson Pires do Guardiões da Luz.
Uma historia de respeito com Voce.
Postado por Ana Paula às 10:26 0 comentários

No Rio de Janeiro, pequeno grupo de companheiros, no culto da assistência, entrou no presídio da Rua Frei Caneca.
Distribuição de lembranças e guloseimas.
Passando por determinada cela, D. Almira Barbosa ouve a voz de um encarcerado:
- Madame, quer arranjar-me um cigarro, por favor?
D. Almira volta-se para ele e começa a doutrinar.
Diz-se habituada aos serviços da saúde, fala dos prejuízos do fumo, comenta os imperativos da higiene, explana sobre as despesas trazidas pelo hábito de fumar e refere-se ao câncer do pulmão.
O preso observa a senhora, calmamente, dos pés à cabeça.
Quando termina, replica fleumático:
- Ora, madame, quem, neste mundo, está sem algum costume censurável? A senhora é assistente de saúde, eu sou sapateiro. Com certeza, não fuma; entretanto, tem belos sapatos "Luís XV", que lhe prejudicam a saúde. Já pensou nos perigos do salto alto? A senhora me desculpe, mas tanto erro eu com o cigarro reprovável quanto a senhora com o calçado inconveniente.
Espírito: Hilário Silva - Psicografia: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Livro: A Vida Escreve.
Postado por Ana Paula às 10:24 0 comentários
Reflexão

Durante o inverno, os zoológicos alemães abrigam os seus animais em locais apropriados por causa do rigoroso frio trazido pela estação.
No início do inverno de 2006, ocorreu algo especial: um cisne negro do Zoológico de Muenster se apaixonou por um pedalinho em forma de cisne.
A ave não se separa da embarcação. Tal qual na história do patinho feio, que confundiu um pato de madeira com sua a mãe, o cisne negro persegue o pedalinho por aonde vai, imaginando ser ele uma fêmea da cor branca. Onde quer que esteja o barco, lá está o dedicado namorado fazendo par.
Faça sol ou faça sombra, o imponente cisne acompanha a sua “amada” por toda parte, sempre velando por ela.
Tanta devoção facilitou o trabalho da sua cuidadora e do diretor do zoológico que, guiando o objeto do seu desejo, atraíram o cisne apaixonado para o seu refúgio de inverno, enquanto passeavam no pedalinho pelo lago.
Não existe amor sem respeito, companheirismo, apoio e atenção.
Embora as necessidades da alma de cada pessoa sejam insondáveis e somente Deus conheça o coração do outro por inteiro, o ato de se dedicar a alguém encerra uma beleza inegável.
Os sentimentos alheios não são um brinquedo. Ninguém deve declarar compromissos afetivos que não queira ou não possa assumir. Nesta matéria, cada um costuma receber de volta aquilo que dá ao outro. Por isso, é fundamental respeitar as sutilezas do coração ao qual nos vinculamos.
É fácil condenar os outros em seus enganos afetivos. Seria melhor calar e tomá-los como lições para que nós próprios não venhamos a cair do mesmo modo. Neste tema, cada um tem as suas próprias quedas e decepções, podendo perceber, sem muito esforço, que não vale a pena julgar os outros.
Como podemos exigir a perfeição que estamos longe de possuir?
Quem despedaça corações realiza o oposto do amor, que trás integridade.
O amor não é um sentimento sem critérios. Não é uma obsessão. É paz. Não desperta sentimentos destrutivos nem perturba. Trás equilíbrio. Desperta, dentro de cada um, o que existe de melhor, de mais saudável e verdadeiro. Está identificado com a bondade, com a generosidade, com a compreensão.
O amor pode ser como um sol, que por dentro explode em atividade nuclear, para que o seu brilho seja possível. Sem luz, não há amor.
Somos tesouros no coração de Deus, que nos deu a faculdade de amar e também de guardar os outros dentro do nosso peito, sem, todavia tirar a sua liberdade. O amor libera em vez de encarcerar. Quanto mais livres nos sentimos, mais atraídos somos para quem nos ajudou a ser livres. Até mesmo para voar na companhia do outro, as asas devem estar soltas.
Tolice perguntar: e se o bumerangue não retornar? Ora, é porque era um bumerangue que não servia. Como confiar num bumerangue assim? Melhor que se vá, que siga o seu próprio caminho.
O Corcunda de Notre Dame amava a cigana Esmeralda. Seu coração simples, generoso e valente pulsava por ela, que não podia enxergar a beleza da alma do seu protetor, oculta sob um aspecto disforme.
A pequena sereia salvou a vida do príncipe, a quem igualmente dedicou o seu afeto. Penhorou a sua linda voz, o mais precioso bem que possuía, para poder ir ao encontro do amado. Mas ele não a reconheceu. Por fim, ofereceu a própria vida para salvá-lo de um outro naufrágio. Com esse gesto, foi elevada à região das almas nobres, aquelas capazes de amar com pureza e renúncia.
Não é o quanto amamos, mas sim a maneira que amamos que dá valor ao que sentimos.
O amor é um caminho para Deus. Aquilo que nos distancia do bem não é amor.
Quando amamos de verdade alguém, esse amor se revela em gentileza e bondade. Percebemos a beleza e o amor que existem à nossa volta, porque nos tornamos melhores e mais sensíveis. O amor é o oposto do egoísmo. Passamos a ver as pessoas como verdadeiramente são e a ouvi-las com mais interesse e paciência. Percebemos as pessoas como semelhantes a nós, nem melhores nem piores.
O amor nos modifica. Com ele, sabemos nos colocar mais facilmente no lugar do outro e compreender as suas necessidades.
O apóstolo Paulo nos lembra bem que todos os sacrifícios do mundo não são válidos sem amor. Por outro lado, tudo o que fazemos com amor, o menor gesto, torna o mundo melhor. Ainda que não sejamos compreendidos, não importa. O fundamental é amar.
O amor puro confere dignidade e nobreza a quem ama. Foi assim com o Corcunda da Catedral de Notre Dame, com a Pequena Sereia e com o cisne negro de Muenster. Porque o amor já vale por si.
* Emerson Aguiar é escritor e filósofo e vive em Zaragoza, Espanha.
Postado por Ana Paula às 10:19 0 comentários

























