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terça-feira, 11 de novembro de 2008

+ Gráficos










Pessoal, frequentemente irei publicar gráficos que possuo e quem tiver pode me mandar através de e-mail para que eu também os publique.

Bjus,

Ana

Gráficos Fofinhos





terça-feira, 9 de setembro de 2008

DEZ MANEIRA DE AMAR A NÓS MESMO



1 - Disciplinar os próprios impulsos.

2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.

3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.

4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.

5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.

6 - Evitar as conversações inúteis.

7 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.

8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.

9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.

10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas

se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento

de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a

serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

André Luiz



André Luiz / Chico Xavier

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

ACREDITE EM VOCÊ



Se o mundo lhe virou as costas,
continue caminhando...
Pois encontrarás um novo sentido.

Não podemos mudar o ontem, desconhecemos o
amanhã, mas devemos liderar o hoje.

Quanto mais se procura, mais se encontra,
não tenha medo em chorar pelo que vê,
não tenha medo de lutar por você.

Não desista da virtude,
não desista da busca,
não desista das descobertas,
não desista da força que o(a) cura.

Recicle os sentimentos de angústia e ódio,
transformando-os em algo puro e sóbrio.

Use-o de forma sábia modificando sua vida e esperando que
os demais os sintam.

Não entorpeça sua alma com os acontecimentos,
deixe-a respirar para que possa continuar vivendo,

não dificulte e não se esconda em qualquer lugar,
apenas aguarde, pois a esperança virá lhe resgatar.

Pense em algo que lhe faça bem,
procure a paz que existe dentro de você,
mas jamais se entregue ou desista de viver.

A entrega não seria o correto, pois o fraco(a) não
poderia sobreviver, e este(a) com certeza não seria
você."

"ACREDITE EM VOCÊ!"

O ELOGIO DA ABELHA



Grande mosca verde-azul, mostrando envaidecida as asas douradas pelo Sol, penetrou uma sala e encontrou uma abelha humilde a carregar pequena provisão de recursos para elaborar o mel.

A mosca arrogante aproximou-se e falou, vaidosa:

- Onde surges, todos fogem. Não te sentes indesejável? Teu aguilhão é terrível.

- Sim – disse a abelha com desapontamento -, creia que sofro muitíssimo quando sou obrigada a interferir. Minha defesa é, quase sempre, também a minha morte.

- Mas não podes viver com mais distinção e delicadeza? – tornou a mosca – por que ferretoar, a torto e a direito?

- Não minha amiga – esclareceu a interlocutora -, não é bem assim. Não sinto prazer em perturbar. Vivo tão-somente para o trabalho que Deus me confiou, que representa benefício geral. E, quando alguém me impede a execução do dever, inquieto-me e sofro, perdendo, por vezes, a própria vida.

-Creio, porém, que se tivesses modos diferentes... se polisses as asas para que brilhassem à claridade solar, se te vestisses em cores iguais às minhas, talvez não precisasses alarmar a ninguém. Pessoa alguma te recearia a intromissão.

- Ah! Não posso despender muito tempo em tal assunto – alegou a abelha criteriosa. – O serviço não me permite a apresentação exterior muito primorosa, em todas as ocasiões. A produção de mel indispensável ao sustento da nossa colméia, e necessária a muita gente, não me ofereces ensejo a excessivos cuidados comigo mesma.

- Repara! – disse-lhe a mosca, desdenhosa – tuas patas estão em lastimável estado...

- Encontro-me em serviço – explicou-se a operária humildemente.

- Não! não! – protestou a outra – isto é monturo e relaxamento.

E limpando caprichosamente as asas, a mosca recuou e aquietou-se, qual se estivesse em observação.

Nesse instante, duas senhoras e uma criança penetraram o recinto e, notando a presença da abelha que buscava sair ao encontro de companheiras distantes, uma das matronas gritou, nervosa:

- Cuidado! cuidado com a abelha! Fere sem piedade!...

A pequeninha trabalhadora alada dirigiu-se para o campo e a mosca soberba a exibir-se, voando despreocupada.

- Que maravilha! – exclamou uma das senhoras.

- Parece uma jóia! – disse a outra.

A mosca preguiçosa planou... planou... e, encaminhando-se para a copa, penetrou o guarda-comida, deitando varejeiras na massa dos pastéis e em pratos diversos que se preparavam para o dia seguinte. Acompanhou a criança, de maneira imperceptível, e pousou-lhe na cabeça, infeccionando certa região que se achava ligeiramente ferida.

Decorridas algumas horas, sobravam preocupações para toda a família. A encantadora mosca verde-azul deixara imundície e enfermidade por onde passara.

Quantas vezes sucede isto mesmo, em plena vida?

Há criaturas simples, operosas e leais, de trato menos agradável, à primeira vista, que, à maneira da abelha, sofrem sarcasmos e desapontamentos por bem cumprir a obrigação que lhes cabe, em favor de todas; e há muita gente de apresentação brilhante, quanto a mosca, e que, depois de seduzir-nos a atenção pela beleza da forma, nos deixa apenas larvas da calúnia, da intriga, da maldade, da revolta e do desespero no pensamento.



Francisco Cândido Xavier, Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.

DESCE PARA AJUDAR



Fácil é buscar os recursos da subida, embora muitos se desencantem ao primeiro contato com o pedregulho da montanha íngreme... É sempre doce planejar a ascensão e amealhar recursos para a acidentada viagem.

Promessas, abraços, carinhos são prazeres acessíveis a todos...

Entretanto, quão poucos se lembram de “descer para ajudar”! Quão raros os corações que aprendem a apagar temporariamente a colorida lanterna dos próprios sonhos, a fim de estenderem braços amigos aos que se debatem na sombra do vale ou no lodo escuro do pântano!

Todos sabem que há ignorância, dor e miséria, onde as trevas se aninham, mas dificilmente alguém se recorda de acender alguma claridade para os que, ainda, de muito longe, lhe seguem os passos.

– Não posso! – dizem uns.

– É pecado! – clamam outros.

– Não devo – respondem muitos.

No entanto, Jesus desceu e amparou-nos; renunciou à sublimidade dos anjos e conviveu com os homens; obscureceu a própria refulgência divina e abraçou os pecadores e os transviados na senda terrestre.

Caridade! Caridade! Não estarás ao pé das chagas que agonizam, dos trapos que choram, dos gemidos que não têm voz? Não viverás pelos braços dos justos, amenizando os padecimentos dos que se projetaram no desfiladeiro da expiação ou no berço dos que renascem sob o temporal das lágrimas no abandono e na indigência?

É por isso que o Mestre, em nos buscando na Terra, fez-se o servidor de todos...

Se tens, pois, na realidade, um coração corajoso, saberás descer com Ele, ajudando e ensinando, levantando e servindo, à maneira do lírio puro que desabrocha no charco sem contaminar-se, convertendo o inferno das criaturas em paraíso do bem para a glorificação do Supremo Senhor.



pelo Espírito Agar - do livro Cartas do coração. Psicografia de Francisco Cândido Xavier